Petróleo opera em baixa, com temores sobre China

Os preços do petróleo estavam sob pressão nesta terça-feira, diante das preocupações sobre a economia chinesa, em meio à tendência geral de baixa nesse mercado.

Com o cenário de excesso de oferta derrubando os preços desde o ano passado, a mais recente onda de vendas ocorre após a desvalorização do yuan na semana passada e em meio às preocupações sobre o crescimento econômico da China, segundo maior consumidor global da commodity.

Nesta terça-feira, a China liderou as quedas nos mercados asiáticos, com o índice Xangai Composto fechando em baixa de 6,2%.

O Banco Central chinês injetou o maior montante de dinheiro no sistema financeiro em um único dia em quase 19 meses, em um sinal da crescente preocupação de Pequim com a saída de capital, após a recente desvalorização do yuan.

\"Os preços do petróleo estão operando em baixas modestas nesta manhã, em grande medida diante de recentes indícios de enfraquecimento nas economias asiáticas, com o dólar em alta e o excesso de oferta\", afirmou Michael Poulsen, analista da Global Risk Management.

Às 7h45 (de Brasília), o petróleo tipo Brent para outubro caía 0,47%, a US$ 48,51 o barril na plataforma ICE, em Londres. O petróleo para setembro recuava 0,48%, a US$ 41,67 o barril na New York Mercantile Exchange (Nymex). O petróleo em Nova York atingiu nova mínima em seis anos no pregão anterior e cai agora mais de 21% no ano.

As preocupações sobre a demanda chinesa são mais um fator de baixa para o mercado. O excesso de oferta dá poucos sinais de ser revertido, diante de resultados fortes de grandes de grandes produtores, como EUA e Rússia e os países da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep).

Mais tarde, às 17h30 (de Brasília), o American Petroleum Institute divulgará seu dado semanal sobre os estoques de petróleo nos EUA. Amanhã, o Departamento de Energia divulga seu relatório semanal sobre os estoques.

Analistas da Energy Aspects avaliaram em relatório que, antes de o petróleo voltar a subir, é preciso que o preço recue mais, para equilibrar o cenário entre a oferta e a demanda.

No curto prazo, esses analistas acreditam que o petróleo nos EUA pode cair até mesmo para abaixo de US$ 30 o barril. \"Atualmente, não há piso para os preços\", acreditam eles.

 

Fonte: exame.abril.com.br
 

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